Tenho muito sono, muita preguiça...
Aqui o ambiente é artificialmente quente. Está-se bem! Mas dá cá uma preguiça! Olho lá para fora e vejo estas árvores maravilhosas que adoro e que, mesmo no inverno, se mantêm verdes. Estas escaparam aos fogos do Verão. Ainda bem, muitas vezes são elas que me fazem sorrir, quando estou rodeada de pilhas de papeis e de pessoas com menos conteúdo que as pilhas de papeis.
Imagino como seria bom estar sentada ao sol a ler a minha mais recente descoberta - O Código Da Vinci. Nunca fui muito de modas e sempre achei que este livro era mais uma euforia editorial que as pessoas liam porque toda a gente leu. Não deixa de ser verdade, mas não consegui (e também não me apeteceu) resistir e ao fim deste tempo todo decidi-me. Estou rendida! A obra é, de facto, verdadeiramente viciante. Não consigo deixar o livro em casa, levo-o para qualquer sítio e não desperdiço 5 minutos que sejam. Estou impolgadíssima para saber o segredo e já estou com vontade de ler Anjos e Demónios e A Conspiração. Este senhor é realmente fantástico!
No fim de semana, num dos meus passeios higiénicos, passei, como adoro fazê-lo, na livaria Bertrand para espreitar aqueles livros fantásticos que gostaria de ter mas que custam muito guilho e por isso limito-me a cobiça-los sempre que posso. São aqueles livros muito grandes, com fotografiaas fantásticas sobre variadíssimos temas.
No meio da minha pesquisa encontrei uma versão especial e limitada do Equador, ilustrada. DELICIOSA! LINDA DE MORRER! Uma verdadeira e justa homenagem às fantásticas descrições do livro que nos transportam, mesmo não conhecendo, ao paraíso daquelas paisagens. Esta edição tem ilustrações da colecção pessoal de postais da época de João Loureiro e vale mesmo a pena. Se ninguém mo oferecer vou mesmo comprá-lo depois do Natal!
Quando for rica vou comprar uma casa maneirinha para poder finalmente montar a minha biblioteca!
Sonha linda, sonha...
Aqui o ambiente é artificialmente quente. Está-se bem! Mas dá cá uma preguiça! Olho lá para fora e vejo estas árvores maravilhosas que adoro e que, mesmo no inverno, se mantêm verdes. Estas escaparam aos fogos do Verão. Ainda bem, muitas vezes são elas que me fazem sorrir, quando estou rodeada de pilhas de papeis e de pessoas com menos conteúdo que as pilhas de papeis.
Imagino como seria bom estar sentada ao sol a ler a minha mais recente descoberta - O Código Da Vinci. Nunca fui muito de modas e sempre achei que este livro era mais uma euforia editorial que as pessoas liam porque toda a gente leu. Não deixa de ser verdade, mas não consegui (e também não me apeteceu) resistir e ao fim deste tempo todo decidi-me. Estou rendida! A obra é, de facto, verdadeiramente viciante. Não consigo deixar o livro em casa, levo-o para qualquer sítio e não desperdiço 5 minutos que sejam. Estou impolgadíssima para saber o segredo e já estou com vontade de ler Anjos e Demónios e A Conspiração. Este senhor é realmente fantástico!
No fim de semana, num dos meus passeios higiénicos, passei, como adoro fazê-lo, na livaria Bertrand para espreitar aqueles livros fantásticos que gostaria de ter mas que custam muito guilho e por isso limito-me a cobiça-los sempre que posso. São aqueles livros muito grandes, com fotografiaas fantásticas sobre variadíssimos temas.
No meio da minha pesquisa encontrei uma versão especial e limitada do Equador, ilustrada. DELICIOSA! LINDA DE MORRER! Uma verdadeira e justa homenagem às fantásticas descrições do livro que nos transportam, mesmo não conhecendo, ao paraíso daquelas paisagens. Esta edição tem ilustrações da colecção pessoal de postais da época de João Loureiro e vale mesmo a pena. Se ninguém mo oferecer vou mesmo comprá-lo depois do Natal!
Quando for rica vou comprar uma casa maneirinha para poder finalmente montar a minha biblioteca!
Sonha linda, sonha...
1 comentário:
O Dan Brown é, de facto, impressionante.
Não sendo um escritor brilhante pela qualidade da escrita, é-o pelo trama e o suspense que consegue nos seus livros. Aparte a monotonia da fórmula que escolheu do casal, que se conhece e apaixona durante a acção e que luta contra os "maus" por trás de uma qualquer conspiração. Mas resulta!
E o mesmo sucede com "A Conspiração".
[Presumindo eu ser este o "Deception Point" na versão original. É por estas e por outras que, quando posso, tento ler a versão original. Ofereci a uma amiga o Ensaio sobre a Cegueira em francês a que chamaram "L'aveuglement". Se o Saramago lhe quisesse chamar apenas "A Cegueira" tê-lo-ia feito, não?]
O primeiro que li foi também o "Código da Vinci", depois o Digital Fortress, o Deception Point e, por fim, o Angels & Demons.
Gostaria de tê-lo feito pela ordem pela qual os escreveu. A evolução é notória e tenho dificuldade em escolher entre os dois ùltimos, que reflectem a sua descoberta e fascínio pela Europa e pelos mistérios, poder e intrigas ligadas à religião. Mas aguardo ansiosamente um novo livro. Entretanto, fiquei satisfeito com o produto nacional "Codex 632", como já referi. Não o percas...
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