17 de janeiro de 2007

Teorias estúpidas sobre comportamento masculino

Lembro perfeitamente os meus tempos de liceu, antes dos 15/16 anos, em que me apaixonava perdidamente por um marmanjo qualquer, e depois do primeiro beijo já só o queria ver pelas costas... 15 anos depois só eu mudei, os homens continuam iguais, mesmo que por eles já tenham passado os mesmo 15 anos.
O homem perfeito não existe, nem o quase perfeito, nem mesmo o "excepto algumas coisitas, é perfeito". Se eles forem excessivamente sinceros, é para desconfiar; Se forem extremamente gentis, é para desconfiar; Se forem muito generosos, é, portanto, para desconfiar... Não vale a pena justificar comportamentos masculinos com causas nobres, ou mais justificáveis, estas não existem, pelo menos no masculino!
Uma mulher apaixonada consegue ser a psicóloga com "as teorias mais estúpidas sobre comportamento masculino" publicadas até à data. Sim estúpidas, eu disse estúpidas, porque não há nada mais estúpido do que uma mulher apaixonada. Fazemos coisas estúpidas, acreditamos em coisas estúpidas e até vemos coisas estúpidas, logo, a paixão é estupidamente nociva! É bom, bem sei, muito bom aliás, mas não se diz que "tudo o que é bom faz mal"? Nada mais verdadeiro! Tal e qual o tabaco: extremamente nocivo, mas é bom, dá prazer, enquanto dura, e de uma forma ou de outra, acaba por sair caro.

Bem, alguém conhece algum homem diferente? Não, pois não? Bem me queria parecer. ;-)

Mas como aprendemos com os erros (ou devíamos aprender...), sempre tiramos algumas lições das experiências da vida. Aprendi a não acreditar em verdades absolutas (como esta treta toda sobre homens que acabei de escrever, porque me apeteceu), ou em decisões definitivas. Muitas vezes reajo por impulso, ou por emotividade. Não me importo nada com isso. Prefiro viver o momento, mesmo que depois me arrependa. Se é bom, aproveito, e depois logo se vê!

É bom viver apaixonada! É estúpido, mas é bom! So.....

1 comentário:

Grace disse...

Pois... caramba, lamento esses homens no teu passado. Felizmente consegui passar sem eles até nessa fase da adolescência!