Num ápice senti-me no ar, levantou-me e sentou-me em cima de uma das mesas. Gemi, ofegante. Nessa altura estava tão excitada que não consegui reagir, não mexia um único músculo voluntariamente, e rendi-me, completamente. As mãos atrevidas percorreram-me os seios, entretanto semi-destapados…Apertou-os devagar, brincou com os dedos e desceu. Senti-lhe os lábios quentes no peito, respirava-os sofregamente. As mãos, ávidas, invadiram-me sem que conseguisse pensar. Em segundos era eu quem procurava mais e senti, senti o corpo vibrar como não imaginava que fosse possível. Era verdade, era mesmo verdade. Afinal não estou morta.
A.
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